Top 10 Créditos Iniciais (/Sequências Iniciais)

•Outubro 9, 2007 • 2 Comentários

Primeiro que tudo, peço desculpa pelo silêncio que tem prepetuado este blog, no entanto, como estudante, há várias prioridades que se sobrepõem à acutalização deste espaço, sobretudo quando ele é para um entertenimento pessoal e uma forma de comunicar.

Assim posto, deixem-me passar ao que interesssa. Elaborei uma pequena lista Top 10 de Créditos de Abertura de Séries. Hoje ponho apenas 5, crescentemente, e em breve porei os meus 5 favoritos.

10. – The Sopranos

Terei que justificar a minha escolha? Bem, provavelmente terei que justificar o porquê de ser o último da lista. A verdade é que a cena de abertura dos Sopranos tornou-se clássica e, na minha opinião tem uma boa combinação de música com fotografia, mas tenho que admitir que há outras que me aguçam mais o apetite.

9. – That 70′s Show

A série não é a melhor da lista, sem dúvida, e muito menos a minha preferida, mas devo admitir que adoro vê-la, e já por algumas vezes fiquei até às tantas a ver na TVI a ‘nova’ temporada. Os créditos iniciais contagiam-me muito fácilmente, e definem bem o tom da série, colocando-nos no humor certo para a ver. A qualidade de som deste vídeo não é muito boa, mas foi o único que encontrei da 1ª Temporada, na minha opinião aquela em que a sequência era melhor.

8. – Grey’s Anatomy

Estes créditos inciais penso que só passaram na 2ª temporada, ou apenas em alguns episódios, o que até acho mal, porque gosto bastante deles. Há uma combinação perfeita do lado dos sentimentos que Anatomia de Grey trata e do mundo cirurgíco, já para não falar da fotografia, que também está muito boa, e o tema pseudo-pop (ou seja, um pop bom e com consistência, que predomina em toda a série).

7. – CSI Las Vegas

Estes também são daqueles que todos os anos mudam um bocado. Apesar de o seu cerne se manter, vai havendo pequenas alterações. No entanto estas alterações em nada fazem estas introduções de CSI Las Vegas (a melhor série das 3) piores, aliás, pelo contrário. Há uma excelente fotografia e montagem, assim como o já conhecido tema dos gigantes The Who que, aliás, são uma constante em todos os CSI’s.

6. – Futurama

Os ‘irmãos’ dos Simpsons estão apenas a 1 lugar de distância dos mesmos, e apesar de ter a certeza que muita gente questionará a minha sanidade mental por tê-lo posto, assim como o do CSI e de That 70′s Show, acima dos Sopranos, devo dizer que acho mesmo que merece. É simples, eficaz e divertido. É o Futurama.

5. – Freaks and Geeks

A melhor série. Pode ter sido curta, pode não ter tido tempo para muito mais, mas enquanto durou, foi fantástica. Simplesmente genial. E os seus créditos iniciais assentam que nem uma luva em toda ela, desde o tema, até às divertidas caretas dos actores. Como a própria música diz, é uma série que não queria saber da sua “Bad Reputation” e fazia aquilo que sabia e queria.

4. – The Simpsons

De entre as centenas de sequências inciais brilhantes, mais as melhares de sequências que vagueiam pelo youtube nem sabia qual escolher. A verdade é que, independentemente da que eu tenha posto aqui, a sequência inicial dos Simpsons será sempre uma referência (E que referência!), não só pela parte clássica, mas também pela inovação que se dá em cada episódio com as chamadas “couch gags”

3. – Weeds

Um tema simples que acenta que nem uma luva na genial série Weeds. A ironia é suave mas soberba, e as várias versões do delicioso tema “Little Boxes” enchem a barriga a qualquer um. O som e ambiente delicado contrastam bem com o tema que somos apresentados, e representa na perfeição a vesatilidade sublime de Erva. Um dos meus preferidos, sem dúvida.

2. – Six Feet Under

Este estava quase em equivalência com o 1. Ainda que continue a achar o outro melhor, este não lhe está nada atrás, está com um ambiente que não sei muito bem descrever, algo sinistro e dark e ao mesmo tempo com qualquer coisa que não sei bem dizer o quê, que o torna leve. A fotografia, mais uma vez, está muito bem conseguida, pura arte. Devo, no entanto, admitir que nunca vi esta série:$ Infelizmente nunca a consegui apanhar na televisão desde o inicío e na net também não arranjo os primeiros episódios.

1. – Dexter

Sublime não é? Que posso eu dizer, adoro esta sequência… Uma fotografia impressionante, crua, e uma música algo estranha e âmbígua, assim como a série. Há demasiado a elogiar nestes créditos, portanto deixo-vos apenas ver por vocês mesmos.

Trailers – Sweeney Todd

•Outubro 5, 2007 • 1 Comentário

Sei que este trailer, sendo das mais recentes novidades, já anda por aí, mas não podia deixar de o partilhar aqui convosco, porque merece estar em todos os sítios e mais algum.

Beware, Sweeney Todd is coming!

Numa moldura… Geopoliticus Child Watching the Birth of the New Man, 1943

•Outubro 5, 2007 • Deixe um Comentário

Numa moldura – Imagens dos meus quadros favoritos.

Hoje, uma pintura do pai do Surrealismo, o mui conhecido e aclamado, Salvador Dalí. O seu trabalho mais conhecido é A Pressistência da Memória, mas este Geopoliticus Child Watching the Birth of the New Man é, sem dúvida, um dos seus melhores quadros, na minha opinião. (clicar para ver com melhor qualidade)

Ser ou não ser..Bom realizador

•Outubro 1, 2007 • 4 Comentários

O que é faz de um realizador, um bom realizador? O que é aquela coisa que nos faz ter uma empatia inexplicável com alguém que nunca vimos? Será possível reconheçermos, para nós próprios, e sem falsidades, a qualidade de um bom realizador, mesmo que não apreciemos a sua obra? E afinal, o que dita a sua qualidade? É a técnica? É a história? É a inovação, a diferença? Mas se é a diferença, hoje em dia basta ser diferente? Não importa de que maneira se é, mas se se for já se é bom? Ou será que os actores também nos influênciam muito? E vice-versa? Os nomes tornam-se tão sonantes que vamos para um filme com o julgamento já feito, ideias pré-concebidas. Sabemos que é daquele realizador; tem que ser bom.

Mas porquê? O que conta, realmente, para se considerar um bom realizador? A verdade é que por mais bela que seja a fotografia, ou a maneira como o filme é filmado, apesar de haver alguns que reparem nisso, se o actor principal estiver menos bem, é nisso que as pessoas reparam. Tudo bem, também faz parte do serviço de um realizador guiar os actores, puxá-los ao limite, retirar o melhor deles, pressuádi-los. Mas… E se o actor não tiver capacidade para atingir mais? E se o actor não conseguir retirar o melhor de algumas cenas? Uns dirão que o casting foi mal feito, outros que foi porque o realizador não conseguiu puxar por eles, outros culparão o próprio actor. Mas no fim, ficamos com essa impressão, e englobamos o filme que vimos. Esses pequenos momentos-chave em que o actor não conseguiu dar o seu máximo influênciam esmagadoramente a nossa opinião geral do filme. Não será isso um pouco injusto?
O que faz com que nós consigamos definir um bom realizador? Quais os nossos parâmetros de julgamento? Eu sei quais são os meus, mas será que eles estão correctos? Quem somos nós para julgar o trabalho dos outros segundo os nossos parâmetros? Quem nos deu o poder para ditarmos a carreira de uma pessoa?

A Música Redonda – Echoes, Silence, Patience and Grace

•Setembro 30, 2007 • Deixe um Comentário

Outra “rubrica” (ou o que lhe queiram chamar) chama-se A Música Redonda.. Vou aqui falando de novos álbuns que apareçam, outros velhos e outros assim-assim.

E hoje é, nada mais nada menos, como já se devem ter apercebido, que Echoes, Silence, Patience and Grace, por esses gigantes do rock que são os Foo Fighters. O lançamento deste deu-se a 25 de Setembro e era uma das grandes esperas para este Outono, já que o primeiro single, ‘The Pretender‘, já rodava nas rádios e televisão há muito. Para aqueles com iTunes o álbum já estava disponível há algum tempo, com, inclusivé, duas faixas bónus, intituladas ‘Once & for All (demo)‘ e ‘Seda‘. Para além destes dois temas bónus o CD conta ainda com uma versão de ‘The Pretender‘ e ‘My Hero‘ gravadas ao vivo.

Foo Fighters trazem-nos o mais puro rock dos dias de hoje. Se por um lado, Grohl continua com o seu ritmo acelerado e voz poderosa em alguns temas, (o que se pode ver nos épicos ‘Long Road To Ruin‘, ‘The Pretender‘ ou ”Summer’s End”) como nos tem vindo a habituar, por outro lado não se coíbe de, neste álbum, surpreender-nos com o requinte de um vinho bem apurado, como é o caso da melancólica ‘Statues‘ ou uma doce ‘Home‘ em que vemos, pela primeira vez, Grohl apenas acompanhado por um piano, ou ainda na rápida e perfeita canção que é “Ballad Of The Beaconsfild Miners”.
Mas de maneira alguma o quarteto se deixou influenciar pelas vozes da crítica, que apontavam para um acalmar das águas, temendo que a maturidade os guiasse a um caminho mais apaziguador. Em vez disso a banda de Hawkins , Mendel , Shiflett e Grohl encontrou o perfeito equilibrio, como já o tinham começado a provar em In Your Honor, entre o puro e duro rock, e um rock mais pensado e calmo. A maturidade em nada mais deu do que numa concentração genial de uma boa composição consistente, letras fortes, sem nunca deixar aquele cheiro a impulsividade e força que acompanha os cd’s dos Foo.

Echoes, Silence, Patience & Grace apresenta-se, então, como uma bela obra de arte, cuidadosamente tratada, um quadro que a cada novo acorde vai sendo construído com mais uma pincelada.

Projectando…O Labirinto do Fauno (Pan’s Labyrinth)

•Setembro 29, 2007 • 2 Comentários

É com um enorme prazer que inauguro esta “rubrica” com uma crítica este filme. A verdade é que podia ser propositado, pois admito que se não fosse o mais recente que eu tivesse visto, foi o mais marcante dos mais recentes, e portanto pô-lo-ia aqui na mesma. Mas o importante é que foi mesmo o último que vi, e não podia estar mais satisfeita por tê-lo feito.

Estava bastante ansiosa, e ao mesmo tempo algo hesitante, por ver este filme. Há muito tempo que o esperava, e sendo que não estreou em algumas salas do país, tive que aguardar pelo seu lançamento em DVD, e até aí tive que esperar, já que de todas as vezes que eu ia ao clube de vídeo ele estava fora! Com tanta espera e tanto visionamento de trailers, acabei por idealizar o filme, e acreditem, ele não ficou àquem das (altas) espectativas.

É, de facto, diferente do que eu pensei, isso não há dúvidas, esperava um filme muito mais mágico, uma maior exploração do fantástico, e apesar de o filme não ser o que estava à espera, não perdeu nenhum ponto com isso, aliás, só fez com que eu ficasse com uma maior impressão de ele!

Todo o cenário é passado numa espanha fascista, após a guerra civil. Ofelia é uma pequena órfã de pai, que é obrigada a mudar-se para uma base militar situada no campo, arrastada pela mãe, a nova mulher e futura mãe do filho do rígido fascista Capitán(capitão) Vidal. A pequenita constantemente refugia-se nos deliciosos contos-de-fadas, mesmo que a mãe pressistentemente a puxe para a realidade.
Na noite em que chega à base militar Ofelia é visitada por uma fada, que a guia a um misterioso labirinto guardado por um intrigante Fauno, que lhe revela algo impensável; Ofelia é a princesa do submundo, há muito perdida. Só que para regressar ao seu reino terá que cumprir três tarefas. É então que, enquanto simultâneamente uma nova revolução vai sendo planeada, Ofelia inicia a sua árdua tarefa de provar ao fauno que não se tornou numa comum mortal, e continua a ser uma princesa.

Os efeitos especiais, são, indubitavelmente um regalo para a vista, um trabalho extremamente bem conseguido, que, combinado com uma fotografia estrondosa, e uma realização técnicamente muito bem conseguida, ditam um ambiente sombrio ao filme, e levam-nos numa agridoce viagem entre o mundo real e o fantástico (imaginário?) mundo das criaturas mágicas da afável Ofelia.

Rápidamente nos vemos envolvidos na embrenhante narrativa, interepertada excelentemente pela promissora Ivana Baquero (Ofelia) e o duro Cápitan (Sergi López), em que damos por nós a amar profundamente aquelas esquesitas personagens. A história conta com inúmeros sub-plots muito bem construídos, alguns dispensáveis, visto que já por si só o plot principal nos prende logo, mas que dão um tom óptimo ao filme.

O fim é impressionante e duro, aliás, como todo o filme o é. Crú e forte como um soco na barriga, mas um soco na barriga que recebemos de bom grado com o queixo caído e as mãos numa efeverscente chuva de palmas. Este é um daqueles filmes que se ou adora ou odeia, e apesar de muitos odiarem, eu sou das que adorou e com um enorme sorriso tira o chapéu a Del Toro, que nos conseguiu surpreender com uma película como há poucas, e que após me pôr a odiá-lo por Hellboy e Blade II conseguiu criar uma relação de amor-ódio. Aliás, uma relação amor-ódio em que eu lhe imploro para repetir esta proeza, porque o cinema precisa de mais filmes destes.

Em suma, um 9/10.

Pois é, mais um

•Setembro 29, 2007 • Deixe um Comentário

É verdade, mais um blog para se perder neste oceano de oferta que já há por aí. Com tantos blogs (principalmente sobre assuntos como a música, cinema, livros, fotografia, e afins), para quê mais um, perguntam-se vocês.

Pois, apesar de combater isto há muito tempo, a vontade de criar um blog onde pudesse expressar as minhas opiniões levou a melhor, e como tal, sobre o pseudónimo de Penny Lane, cá estou eu. A escolha do pseudónimo deve-se, principalmente, à forte intenção da criação de um podcast sendo que este blog nasceu principalmente de uma vontade de partilhar música.

E apesar de andar aqui às “apalpadelas”, e este ainda ser um post de exploração e apresentação, tenho já bastantes ideias portanto espero que este singelo espaço seja bem recebido, e que possam disfrutar dele. Uma delas são os podcasts, que em princípio surgirão em breve, se não me acobardar até lá.

Para já, começo com uma pequena rúbrica intitulada de “Projectando”, um espaço de critícas aos filmes que mais recentemente visionei, para iniciar e vos dar um cheirinho do que este sitio perdido se trata.

 
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